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KAP: 2º vôo, Melides Junho 14, 2010

Posted by Alex in Festivais, KAP.
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Feita a primeira experiência em Moledo, e partindo das observações aí efectuadas, fiz alguns ajustes ao equipamento e voltei a lançar a máquina ao ar, no Festival do Ar que se realizou na Lagoa de Melides no passado dia 6 de Junho. O resultado deste segundo vôo pode ser visto neste slide show:

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Este teste foi realizado em condições de vento bastante mais favoráveis do que em Moledo, com o vento a rondar os 15 km/h na primeira parte da sessão, subindo depois para os 35-40 km/h, altura em que um desastre podia ter deitado tudo a perder: o Carlos Soares, querendo afastar o meu papagaio dos restantes, e pensando que a linha estava presa ao saco de areia que servia de âncora ao papagaio, moveu o dito saco. A linha soltou-se e lá foi o papagaio e todo o equipamento , acabando por cair ao chão. Felizmente os estragos foram apenas superficiais.

Desta vez a máquina foi presa através de um sistema de suspensão normalmente usado pelos KAP’ers, a cruz Picavet, que permite amortecer – ainda que não totalmente – a turbulência a que a máquina está sujeita. Novamente foi usada a Canon A470, com o CHDK e o script «KAP, WindWatcher», mesmos settings que em Moledo. Desta vez a máquina esteve cerca de 1 hora e 45 minutos a disparar continuamente, tendo resultado em pouco mais de 950 fotografias, das quais as 46 acima são as mais representativas.

As fotos ficaram praticamente todas sobre-expostas, devido à intensidade da luz e ao seu reflexo na areia muito clara da praia de Melides. O próprio script está programado para fazer «bracketing EV», disparando sucessivamente com settings diferentes, mas nem isso ajudou desta vez.

Ao longo da sessão mudei a posição da máquina por 2 ocasiões, tentando obter fotos nas várias direcções, o que não foi totalmente bem sucedido (ex: não há fotos do mar ou da linha de costa, apenas da lagoa).

Lições a retirar desta sessão: os braços da suspensão estão demasiado curtos, provocando ainda bastante oscilação no conjunto; por outro lado necessito de uma linha de papagaio mais comprida que permita não só elevar mais o papagaio (e por conseguinte a máquina) mas também aumentar a distância do papagaio à máquina, tentando diminuir ao máximo a oscilação na máquina provocada pelo movimento do papagaio. Finalmente tenho que ajustar melhor as opções na máquina para tentar obter melhores fotos tendo em conta as condições específicas no local de vôo.

Para já é tempo de reparações e ajustes: a cruz picavet ficou ligeiramente danificada na queda, e além disso o sistema de roldanas não funcionou muito bem. Próxima experiência a realizar nos próximos dias, e desta vez vou tentar com um kite diferente.

A minha primeira experiência de KAP Junho 4, 2010

Posted by Alex in KAP.
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No festival de Moledo deste ano fiz finalmente a minha primeira experiência de KAP! Foram cerca de 20 minutos com a câmara no ar, que produziram praticamente 80 fotos, das quais se aproveitam as que apresento de seguida:



more about “KAP Moledo 2010“, posted with vodpod

As fotos foram feitas com uma Canon A470, modificada com o firmware CHDK, e com um script que descobri nos fóruns do chdk designado “Wind Watcher KAP”.  A máquina disparava a cada 12-15 segundos, mais ou menos, numa altura do dia em que o vento estava forte, com rajadas a variar entre os 25 e 40 km/h. A duração da experiência foi curta porque entretanto outros deveres relativos ao festival me aguardavam…

O kite usado foi um tipo Jordan de marca própria da Decathlon (Tribord), o qual nunca tinha voado, e cheguei à conclusão que é um pouco instável para este efeito. Com o vento que estava, o kite puxava que se fartava, e tornou toda a experiência um pouco mais dificil.

A máquina foi pendurada usando um pequeno tripé portátil, ao qual atei linhas que depois liguei à linha principal do kite. Eu esperava desta forma conseguir ter algum tipo de estabilidade, e sobretudo quis fazer a experiência do modo mais simples possível, sem grandes aparatos.

A verdade é que com o vento que estava, a instabilidade do kite e a simplicidade do sistema de fixação da câmara, a experiência foi um bocado assustadora! Eu estava a ver quando é que a máquina iria cair desamparada e estatelar-se no chão, mas é um facto que se aguentou os 20 minutos lá em cima, apesar de ser atirada violentamente de cima para baixo, de um lado para o outro, quase constantemente.

Não admira portanto que a maioria das fotos obtidas sejam lixo. Na verdade estou surpreendido que se tenham conseguido salvar tantas fotos!

Conclusão da experiência: este sistema super simples de fixar a máquina apenas resulta se o vento estiver constante e com uma intensidade não muito forte, portanto já preparei um picavet para funcionar como sistema de suspensão, e quero ver se testo novamente neste fim de semana no festival de Melides.

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